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Economia

Bird empresta US$ 90 milhões para agricultures do Brasil

Brasil Econômico   (redacao@brasileconomico.com.br)
02/09/10 18:38


A entidade prevê avanço de 30% no volume de vendas das organizações participantes do programa

A entidade prevê avanço de 30% no volume de vendas das organizações participantes do programa

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O Banco Mundial (Bird) anunciou nesta quinta-feira (2) um empréstimo de US$ 90 milhões ao governo de Santa Catarina em apoio a programa de competitividade para pequenos produtores rurais.

O programa vai beneficiar, direta e indiretamente, 90 mil famílias, das quais 1.920 são indígenas, em todo o estado. Em Santa Catarina, a agricultura emprega 40% da força de trabalho, e 20% da população vive na zona rural. 

O projeto visa aumentar a competitividade de produtores com escala reduzida, fornecendo financiamentos, assistência técnica e incentivos para inovação tecnológica e acesso a mercados.

A entidade espera que o programa aumente em 30% o volume de vendas das organizações participantes. 

Paralelamente, o programa prevê aumento no fornecimento de serviços públicos para expandir a produção, como investimentos em infraestrutura.

Serão feitos reparos em 1.300 km de rodovias rurais, além de criação de estruturas de fornecimento de água e saneamento básico.

"O cultivo de uma cesta diversificada de produtos agrícolas, com maior valor agregado e baseado em práticas sustentáveis, em áreas anteriormente usada para monoculturas ou pecuária extensiva, gera também efeitos positivos no meio ambiente", afirmou o diretor de projetos do Bird, Alvaro Soler.

Ontem (1), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), presidido por Luis Alberto Moreno, e o Estado de Santa Catarina assinaram um contrato com o objetivo melhorar a eficiência e a transparência da gestão fiscal do Estado.

O programa faz parte da linha de crédito do Programa de Modernização Fiscal (Profisco), que consiste numa linha de crédito condicional de US$ 500 milhões disponível aos Estados brasileiros para investimento na modernização e integração dos sistemas de gestão fiscal pública.

Os investimentos somam US$ 45 milhões, sendo US$ 30 milhões do BID e US$ 15 milhões de contrapartida do Estado.


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