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Negócios

26/03/13 | 16:49 - Atualizado em: 26/03/13 | 16:49

Confiança de CFOs com economia sobe para 63,5 em março

Para diretores financeiros, as receitas de suas companhias devem apresentar avanço de 9,2% em 2013, enquanto o lucro tende a subir na casa dos 10%.

Brasil Econômico redacao@brasileconomico.com.br
Dentre os 1143 CFOs ouvidos ao redor do mundo, os 204 da América Latina são os mais otimistas

O índice de otimismo de 68 CFOs [diretores financeiros] brasileiros avançou para 63,5 em março, ante os 60,1 da aferição anterior.

A pesquisa Panorama Global dos Negócios foi divulgada nesta terça-feira (26/3), e é realizada pela Duke University, Fundação Getulio Vargas (FGV) e CFO Magazine, com o apoio da BMF Bovespa e do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF).

Os diretores financeiros do Brasil entendem que as receitas de suas empresas devem crescer 9,2% neste ano, o lucro, 10%, e as contratações, 3,9%.

Os empregos temporários devem ter aumento de 1,8%, e os terceirizados, de 3% - nas pesquisas anteriores, esses dois indicadores apontavam queda.

"Possivelmente o aumento dos custos de contratação está levando as empresas a serem mais precavidas no processo de recrutamento", afirma Gledson Carvalho, professor de finanças da FGV e codiretor da pesquisa, em nota.

Dentre os 1143 CFOs ouvidos ao redor do mundo, os 204 da América Latina são os mais otimistas, ao atribuir a pontuação 69 para a expectativa sobre o desempenho da economia da região, em uma escala de 0 a 100, ante os 66 da medição anterior.

"Tal otimismo no Brasil e América Latina é consistente com a retomada do crescimento econômico na região," diz Klenio Barbosa, professor de economia da FGV e codiretor da pesquisa.

"Esse otimismo é ainda mais justificável uma vez que a Ásia tem mantido o crescimento e os Estados Unidos devem crescer pelo segundo ano consecutivo", emenda o especialista.

O México é o país onde os CFOs estão mais otimistas, com 81,7, enquanto na Argentina o pessimismo ainda prevalece, com 33,3.

Nos Estados Unidos e na Europa, o índice está na casa dos 55, e na Ásia, nos 61.

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